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Pesquisa revela que enquanto a aquisição de imóvel urbano é superior a 50%, terrenos, reformas e construção somam mais de 30%
Ter a casa própria é o sonho de todo brasileiro. Fazer do imóvel o início ou a ampliação de patrimônio é outro objetivo pessoal e familiar. Instalar os negócios em sede própria é meta de muitas empresas. Se no passado recente, tais intenções tinham custos elevados e condições que desestimularam ou inviabilizaram esses objetivos, os consórcios de imóveis tornaram-se a alternativa para os que desejaram comprar imóveis de forma planejada, com prazos maiores, custos baixos, parcelamento integral, negociação de desconto e, principalmente, com poder de compra.
Recente levantamento, feito pela assessoria econômica da ABAC junto a administradoras que atuam no segmento imobiliário, identificou que a maioria dos consorciados contemplados optou por utilizar suas cartas de créditos em bens residenciais urbanos com 51,52%.
Entre os demais 48,48% destaca-se parcela significativa de formadores de patrimônio que, ao decidirem por terrenos e imóveis em construção ou reformas, sinalizam seus objetivos futuros.
A pesquisa revelou ainda que esses créditos foram utilizados em:
I - Aquisição de terrenos (16,96%)
II - Imóveis em construção ou reforma (16,64%)
III - Imóveis comerciais (4,90%)
IV - Imóveis na planta (4,74%)
V - Imóveis de veraneio - praia ou campo (2,56%)
VI - Quitação de financiamentos (1,97%)
VII - Imóveis rurais (0,71%).
"Observa-se, cada vez mais, que os interessados que cogitam adquirir imóveis têm pesquisado bastante para, depois, aderir ao mecanismo, considerando o comprometimento mensal, a médio e longo prazos, como verdadeira poupança com objetivo definido", esclarece Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios.
Fato que ilustra a mudança de comportamento é a redução do saldo das cadernetas de poupança, tradicional financiadora do mercado imobiliário, que, nos últimos anos só de 2014 a abril de 2015, contabilizou 5,4% de diminuição. O saldo líquido, que era de R$ 522,3 bilhões em janeiro daquele ano, caiu para R$ 494 bilhões (abr/2016).
Entre as várias razões de queda estão a baixa rentabilidade oferecida, considerada a crescente inflação e consequente perda de lucratividade; análise e comparação com outros tipos de investimentos mais rentáveis; troca do simples ato de poupar por um objetivo definido, caso dos consórcios; maior conhecimento sobre educação financeira; ou até mesmo, saque de valores visando o equilíbrio do orçamento mensal, corroído pela desvalorização da moeda.
Fonte:
** ABAC - Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios